– A manhã do último sábado (05) marcou a realização da 10ª edição do “Dia D – Descarte”, realizada em frente à Praça Menna Barreto, em mais uma mobilização geral voltada à destinação correta de resíduos especiais. A ação, que contou com o apoio da Câmara de Comércio, Indústria, Serviços e Agronegócio de Estrela (Cacis), ocorreu no formato drive-thru, e permitiu o descarte de materiais como eletrônicos, óleo de cozinha usado, pilhas, lâmpadas e vidros, que não devem ser jogados no lixo comum. O grande volume de material recolhido, como por exemplo quase meia tonelada de eletrônicos, e a participação de pessoas de diversas idades, inclusive muitas crianças e jovens, marcou o sucesso da iniciativa.
O evento teve como principal objetivo incentivar o descarte ambientalmente responsável. Realizado também em formato drive-thru, permitiu em muitos casos que as pessoas fizessem a entrega sem a necessidade de estacionarem os carros e as motos. Mais do que recolher materiais específicos, como até mesmo televisores, baterias diversas e “splits”, a ação promoveu o debate e a sensibilização da comunidade sobre os impactos positivos de atitudes sustentáveis no cotidiano. A Cacis, além de apoiar institucionalmente a causa, também mobilizou seus associados, com o objetivo de ampliar o alcance da campanha.
Volume
Ao todo foram recolhidos 45 litros de óleo de cozinha; 470 quilos de eletrônicos e pilhas; 250 quilos de vidro e 17 quilos de lâmpadas. Números que de forma geral superaram os da última edição segundo a organização. Todos os resíduos foram encaminhados a empresas especializadas na coleta e reaproveitamento: Reciclus, Grupo Fasa e Moraes e Maia.

Ana Laura Kraemer Martins, de oito anos, veio acompanhada da mãe Juliana Inês Kraemer para fazer a entrega de pilhas, lâmpadas e outros objetos. “A gente não pode jogar tudo no mesmo lugar”, ensina a menina, que segundo a mãe teve já aulas na escola sobre o descarte correto e que isso tem sido muito importante na conscientização da filha para com tudo. Já Olga Oliveira dos Santos, de apenas 3 anos, acompanhada da mãe Natascha, mostrava orgulho em carregar um computador estragado da sua casa. “Tem que cuidar”, alertou ela, que segundo a mãe já tem em casa uma educação voltada à reciclagem. “Ela sabe que papel dos desenhos não pode ir para o mesmo lixo que o das cascas das frutas que ela come, por exemplo. Quando não sabe em qual lixo colocar ela sempre vem perguntar”, diz.




