Agentes de Trânsito de Estrela fecham o primeiro mês de operações

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O núcleo “Agentes de Trânsito”, novo serviço oferecido à população pelo Governo de Estrela através da Secretaria Municipal de Administração e Segurança Pública, fechou em janeiro seu primeiro mês de atividades. Nos primeiros 30 dias, diversas operações foram realizadas ou tiveram participação dos três profissionais que formam o primeiro quadro do núcleo ligado ao Departamento de Trânsito. Balanço inicial é positivo. Na quarta-feira (01), integrantes e coordenadores da equipe realizaram visita técnica ao município de Carlos Barbosa, onde serviço semelhante é realizado por equipe com o mesmo número de profissionais, mas há mais tempo.

Orientação e prevenção

O secretário de Administração e Segurança Pública, César Augusto Pereira da Silva, diz ser prematuro falar em números, mas que não tem dúvidas de que será um serviço que irá agregar ao dia a dia de Estrela. “Não queremos passar a falsa ideia de que este seja um serviço criado apenas com fins arrecadatórios junto à população. Pelo contrário, trata-se de um serviço muito mais voltado a orientar e educar as pessoas a respeitarem os princípios básicos de trânsito, como utilização do cinto, não falar ao celular ao dirigir e outras irregularidades”, frisa. “Mas também atuar na fiscalização de veículos em péssimas condições; identificação de condutores inabilitados ou mesmo fugitivos da polícia e justiça”, explica. “O que por si só já previne acidentes ou mesmo ajuda no combate a crimes mais graves como o roubo de veículos”, comenta, ao exemplificar o recente acidente envolvendo um carro roubado em fuga que vitimou um homem inocente na Rota do Sol.

 

Barreira

Ainda assim, o coordenador do trânsito estrelense cita como exemplo números de uma das operações conjuntas realizadas com a Brigada Militar, ocorrida na metade do mês. Na ocasião, em menos de três horas foram 17 abordagens, sendo cinco motos e 12 veículos. Destes, seis foram autuados por alguma irregularidade. “Se tivesse um fim específico de arrecadar dinheiro, aplicar multas, essa espécie de barreira poderia ter abordado muito mais veículos em quase três horas de operação”, comenta Diehl. “Mas foram parados carros que chamaram a atenção por estarem em mau estado de conservação, inclusive em situações que representam perigo aos próprios condutores e passageiros, como também por realizarem manobras perigosas, ou mesmo estarem os ocupantes sem cinto de segurança, capacete”, ressalta.

Foto: Trânsito/Governo de Estrela-divulgação

 

 

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